Brazil

What inequality looks like

Although currently undergoing a period of economic setback and political crisis, Brazil has experienced remarkable prosperity and growth in the past two decades. The world’s seventh-largest economy, the country is rich in natural resources and in cultural and environmental diversity. Since Brazil’s democratization in the 1980s, it has built a vibrant democracy based on a rights-oriented constitution.

Brazil is increasingly seen as a key player on the world stage, wielding influence in the global economy and international relations. It has made impressive social and economic gains through policies designed to combat racial and gender discrimination and move its people out of poverty.

But those gains must not be taken for granted. Deeper changes are needed to ensure equity and opportunity for all the country's people—and to maintain and deepen democracy, transparency, and participation. Brazil still ranks among the 20 most unequal countries in the world: Much of its wealth remains highly concentrated, while millions remain mired in poverty. Discrimination based on gender, race, or sexuality continues to limit the full inclusion of many groups—particularly Afro-Brazilians, who constitute more than 53 percent of the population—in the key institutions of society. Crime and violence kills thousands of black and indigenous Brazilians every year, and land ownership remains largely in the hands of the rich and powerful.

 

Confronting exclusion, expanding justice

Brazil’s increased global prominence and wealth have created real opportunities for positive change—and a clear appetite for it. A generation of young Brazilians who have grown up in an era of democracy and economic growth are lifting up their voices to demand accountability, transparency, and respect for rights. Creatively using new technologies in an increasingly networked society, they are determined to be heard.

Brazil needs stronger policies to ensure that all people benefit from the country’s abundance. All Brazilians must be able to participate in creating a stronger democracy, one in which underrepresented groups see their rights protected and the advantages of progress are available to all.

Sobre a desigualdade

Embora o Brasil esteja passando atualmente por um período de crise econômica e política, é inegável que o país experimentou crescimento econômico e avanços sociais notáveis na última década, conquistados por meio de políticas públicas destinadas à redução da pobreza e distribuição da renda.

Como a sétima maior economia do mundo, o país é rico em recursos naturais e em diversidade cultural e ambiental. O Brasil é reconhecidocomo uma potência emergente no cenárioglobal, com influência sobre a economia mundial e as relações internacionais.

Todavia, os avanços conquistados nos últimos anos não devem ser considerados suficientes. São necessárias mudanças mais profundas para garantir a efetiva redução da desigualdade e oportunidades para todas as pessoas. O Brasil continua entre os 20 países mais desiguais do mundo: a riqueza permanece altamente concentrada, enquanto milhões de pessoas permanecem na pobreza. A discriminação porgênero, raça, etnia ou orientação sexual continua limitando a inclusão social, econômica e política de muitos grupos (especialmente os afro-brasileiros, que constituem mais de 53% da população). A criminalidade e a violência matam milhares de pessoas negras e indígenas todos os anos, e conflitos fundiários e sobre a utilização dos recursos naturais continuam gerando violência e injustiça ambiental.

 

Enfrentar a exclusão, aumentar a justiça

O Brasil segue buscando criar oportunidades reais de mudança positiva, e a sociedade brasileira se articula para isso. Toda uma geração de jovens que cresceram em uma era de avanços democraáticos e crescimento econômico hoje se organiza para exigir, transparência, espaços de participação e respeito aos direitos humanos. Associando criatividade, tecnologias e o desejo de ocupar os espaços públicos em uma sociedade cada vez mais articulada em rede, eles estão determinados a serem ouvidos.

O Brasil precisa implementar políticas para garantir que todas as pessoas se beneficiem das riquezas do país. Todos os brasileiros devem poder participar da criação de uma democracia vigorosa, na qual os grupos sub-representados tenham seus direitos garantidose os benefícos do desenvolvimentosejam assegurados para todas as pessoas.

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