Deep-rooted discrimination lies at the heart of inequalities in Brazil. Based mostly on gender, race, and sexuality, this bias limits millions of peoples’ full inclusion in key institutions including government, the media, higher education. This is especially true for Afro-Brazilians, who make up more than 54 percent of Brazil’s population, yet face overwhelming disadvantages in every aspect of their lives.

Brazil’s traditional peoples also live with extreme social exclusion and under the threat of violence, struggling to protect their territorial rights while land ownership remains largely in the hands of the rich and powerful. To realize a more equitable country, Brazil must acknowledge that profound, longstanding discrimination has allowed inequality to thrive—and then move boldly to confront it.

Our work

We believe in putting racial justice at the center of efforts to advance democracy and equality in Brazil. We support the emergence and growth of powerful new voices and narratives in both urban and rural settings, and work to connect them with other social justice leaders, movements, and key institutions. This includes a particular focus on strengthening the leadership of black youth and women from Brazil’s favelas and the urban peripheries.

We work to protect the territorial rights of traditional peoples, including the Quilombolas, and to ensure that their leaders can be active in defending those rights without facing violence or persecution. We support efforts to strengthen traditional peoples’ organizations so they are better positioned to be heard by governments and decision making institutions at all levels—nationally and internationally—and able to access the resources they need. We also work to shift harmful narratives about traditional peoples, black youth, and women.

Sobre a desigualdade

Embora o Brasil esteja passando atualmente por um período de crise econômica e política, é inegável que o país experimentou crescimento econômico e avanços sociais notáveis na última década, conquistados por meio de políticas públicas destinadas à redução da pobreza e distribuição da renda.

Como a sétima maior economia do mundo, o país é rico em recursos naturais e em diversidade cultural e ambiental. O Brasil é reconhecidocomo uma potência emergente no cenárioglobal, com influência sobre a economia mundial e as relações internacionais.

Todavia, os avanços conquistados nos últimos anos não devem ser considerados suficientes. São necessárias mudanças mais profundas para garantir a efetiva redução da desigualdade e oportunidades para todas as pessoas. O Brasil continua entre os 20 países mais desiguais do mundo: a riqueza permanece altamente concentrada, enquanto milhões de pessoas permanecem na pobreza. A discriminação porgênero, raça, etnia ou orientação sexual continua limitando a inclusão social, econômica e política de muitos grupos (especialmente os afro-brasileiros, que constituem mais de 53% da população). A criminalidade e a violência matam milhares de pessoas negras e indígenas todos os anos, e conflitos fundiários e sobre a utilização dos recursos naturais continuam gerando violência e injustiça ambiental.

Enfrentar a exclusão, aumentar a justiça

O Brasil segue buscando criar oportunidades reais de mudança positiva, e a sociedade brasileira se articula para isso. Toda uma geração de jovens que cresceram em uma era de avanços democraáticos e crescimento econômico hoje se organiza para exigir, transparência, espaços de participação e respeito aos direitos humanos. Associando criatividade, tecnologias e o desejo de ocupar os espaços públicos em uma sociedade cada vez mais articulada em rede, eles estão determinados a serem ouvidos.

O Brasil precisa implementar políticas para garantir que todas as pessoas se beneficiem das riquezas do país. Todos os brasileiros devem poder participar da criação de uma democracia vigorosa, na qual os grupos sub-representados tenham seus direitos garantidose os benefícos do desenvolvimentosejam assegurados para todas as pessoas.